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Pivô de escandalo por TV desviada, escola Tarso de Castro é extinta pela Prefeitura de Barueri

Mesmo municipalizada, nome do homenageado por dado pela Secretaria de Educação de São Paulo

Jornalista Tarso de Castro anos antes de sua morte em 1991

Por determinação do prefeito de Barueri, Rubens Furlan (PMDB) será extinta a Escola Municipal Professor Tarso de Castro, unidade escolar que no ano passado foi pivô de um escândalo envolvendo o secretario de Educação, Celso Furlan, uma funcionária da escola e o prefeito Rubens Furlan.

O caso ganhou repercussão nacional através do programa de TV Custe o que Custar, (CQC) que vai ao ar pela Rede Bandeirantes de Televisão, que na época resolveu testar a honestidade dos funcionários da escola, que na época recebeu através de doação um aparelho de TV para os alunos, mas que foi rastreada por um GPS e para surpresa de todos foi parar na casa de uma funcionaria da escola.

De posse de uma liminar expedida pela justiça de Barueri, o prefeito Rubens Furlan até conseguiu impor censura prévia as imagens do programa, mas na semana seguinte, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) derrubou a liminar e as imagens foram ao ar, impedido a censura previa das imagens.

O mais estranho disso tudo é que outras escolas de Barueri, que passaram por esse mesmo processo de reestruturação, não tiveram seus nomes extintos, e uma pergunta precisa de resposta: será que o nosso querido prefeito deseja excluir da memória recente do povo de Barueri o escândalo praticado na escola Tarso de Castro?

Ou será porque o fato, hoje histórico pode ser usado pela oposição no futuro? Seja qual for as intenções, uma coisa é certa, a extinção não precisa ser urgente como ele pede, e ainda por cima, a escola foi municipalizada, pois pertencia ao Estado, que nomeou a então escola de “ E.E .Prof. Tarso de Castro” que foi além de professor,  jornalista e lutou contra o regime militar nos anos 60 e 70. Tarso de Castro também foi o fundador do jornal Pasquim, famoso jornal que era um dos principais jornais contrários ao regime militar.

Quis o destino que projeto da extinção da escola foi justamente votado na terça-feira, 05 março, dois  dias antes do Dia do Jornalista. O projeto apesar de aprovado recebeu abstenções e votos contra, inclusive da base do governo de Furlan .

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